Terça-feira, Dezembro 15, 2009

Tava deitada de barriga pra cima e com a cabeça tão afundada no travesseiro que os meus peitos me afogavam. Abri os olhos devagar e aquela claridade louca da manhã veio inundando meu cérebro. 'Ai, que dor'. Fechei rapidamente, mas o sono já tava indo embora. Tentei me concentrar no que tava acontecendo entre eu e morfeus antes da vontade infeliz de abrir os olhos. 'Ah, era tipo num rio, com caiaques, botes e correntezas...' senti uma formigação no pé esquerdo. Brrrrr.. a coberta se mexeu. Na falta de vitamina D as veias começam a pulsar sozinhas. Tô amarela é falta de vitamina... não, tem alguém aqui. Senti uma respiração profunda e um risinho maroto; e algo se mexendo bruscamente: Era ele engatinhando pra dentro do edredon por cima de mim. E veio roçando aquele corpo metade nu, metade de calça jeans, em tudo de mim que via pela frente. Quando a cabeça dele chegou perto da minha eu o reconheci pelo formato do rosto, que já passara por cada parte inóspita do meu corpo roliço. A boca dele estava roçando no meu queixo bem de levinho, bem docinho, com um risinho no canto da boca grande. Antes dele de fato me beijar lembrei que dormira sozinha e abri os olhos de uma vez! Estraguei tudo. Era só morfeus me pregando uma peça.
Levantei pra escovar os dentes e cuidar da minha vida.

Quarta-feira, Dezembro 09, 2009

Me, myself, the lonely night, Dorian Gray, Oscar Wilde and the Pere-lachaise cemetery

Comprei um "Retrato de Dorian Gray" bilingüe, molinho (ótima qualidade pra um livro), com uma capa legal (outra ótima qualidade), versão 'original' de 1980, por um pouco mais que 30 reais. Fiquei feliz. Foi uma compra legal. 'Dois livros - molinhos - pelo preço de um" - disse a minha amiga. Cool.
Rola uma introdução antes do prefácio, normal. Nessa introdução o cara (é mesmo, não sei quem é o cara) fala brevemente sobre a vida de Oscar Wilde e do contexto no qual 'O retrato de Dorian Gray' foi escrito. No meio dessa viagem toda, ele fala das mudanças que a obra sofreu, por livre espontanea vontade de Wilde e de seus editores. Na publicação de 1891 (a 2a versão), Wilde adicionou capítulos e fez um prefácio pra 'sacanear' a crítica inglesa que dizia que sua obra era 'um conto escandaloso e repleto de imoralidades'. Well, nessa briga com os moralistas, Wilde - antes de ter sua vida "estragada" por um Marquês de Geléia (leia Queensberry) - soltou a seguinte pérola:
"Não desejo ser um escritor popular, isso seria bom demais para as massas".

Eu achei isso de uma genialidade, auto-confiança e 'paugrandice' absurda. Sempre, desde que li este livro (por influência da minha prima e de um filme tosco: "A Liga Estraordinária"), admirei o Wilde. As ditas falas dele e o tal comportamento revolucionário que sempre me foi contado foram o centro da minha admiração. No entanto, porém, todavia, quando estive em Paris, o túmulo dele virou meu centro atracional/admiracional (tô numa vibe de criar palavras inúteis, sorry) principal. Achei fantástico aquilo.
Só que... (tem que ter um) quando lá estive, em meio aquela euforia fotográfica e risadinhas silenciosas - tudo meu - vi o que deveria ser um casal mais um amigo, de jovens franceses, ou argelinos ou qualquer outra coisa que falasse francês, HOMOSSEXUAIS, mais ou menos da minha idade, questionando quem era o Oscar Wilde e POR QUÊ aquela 'peregrinação' à um túmulo tão feio. Aquilo me doeu na alma, no âmago. Eu tava achando o túmulo dele sensacional esteticamente falando (tinha acabado de me decepcionar com o do Jim Morrison), aquela beijância ultra divertida... adorei aquilo. Ouvir aqueles viadinhos (olha o tom mudando) burros falando aquilo foi foda.
Não que todo homossexual deva ser inteligente, letrado e esperto, mas vamo lá: você tá fazendo turismo, o cara tá enterrado na capital do seu país, seu país é de 1o. mundo, vc é GAY, seus amigos são gays e VOCÊS não sabem nem quem é o cara?
Foi foda... foi foda...

Obviamente, tirei foto das bixas - mudança radical de tom - que estavam atrapalhando minha visão da parada.

Quinta-feira, Dezembro 03, 2009

Os títulos de canções grandes que remetem a psicodelia insólita dos anos 70: a volta dos mutantes.

Acredito eu que desde de 76 não acontecia um album dos Mutantes. Não que eu seja um fã incondicional, ou mesmo fã. Mas o 'cenário musical' - odeio falar cena brasiliense atual, cenário... - dos idos 70 no Brasil sempre me interessou. Talvez por ser a juventude dos meus pais mesclada com aquela pitada de rebeldia que era impressa por conta da ditadura... algo do tipo.
Bom, depois de 3 longos dias e noites, minha alma pirata venceu os limites da barreira do torrentz e consegui, finalmente, 'HAIL... or amortecedor', a última empreitada em 35 anos dos Mutantes.
Já sem praticamente todos seus membros originais, mais ainda cheia de amigos, a banda volta com um cd lançado em setembo, creio, no mundo todo menos aqui. Curioso? Eu diria maldoso.
Não posso falar exatamente bem desse álbum ainda, comecei a ouvi-lo em casa e terminei em meio a um engarrafamento ali perto do Banco Central - nunca um engarrafamento foi tão satisfatório. O que posso (re)afirmar é que, com a presença do Tom Zé tudo fica mais psicodélico.
A banda conta, até onde eu sei com Sérgio Dias como único remanescente; Jorge Ben na faixa 6; Tom Zé como co-autor de 6 faixas; Bia Mendes substituindo ora muito em, ora medíocremente Rita Lee...

parou tudo!
Eu ia falar milhões do disco dos Mutantes, mas acabei de conhecer 'Dengue Fever' - Rock Cambojano de primeiríssima.

Não quero mais falar dos mutantes....

Segunda-feira, Novembro 30, 2009

A falta de identidade

Fui com um amigo a uma aula de introdução à Antropologia - não pego essa matéria, fui peruar só - e chegando lá, atrasados, estava rolando meio que uma palestra e um dos professores (todos os 3 muito novinhos e até interessantes) estava terminando de falar, mas conseguimos ouvir toda a experiência do último.
Esse último, um gaúcho, contou de sua graduação e mestrado na África, ou sobre a África. Especialmente sobre seu mestrado, creio. Bom, fato é que nesse dia, milhares de coisas entraram na minha cabeça pra não sair mais. A primeira: As mulheres Herero.
Herero foi o grupo que ele escolheu pra estudar, são, se eu não me engano, o segundo maior grupo da Namíbia, perdendo pros Ovani (ou qualquer coisa parecida). Bom, dentre o comportamento machista e todo aquele clichê de país pobre, abandonado da África, uma coisa que me chamou MUITA atenção foi as roupas que ele descreveu com MUITA naturalidade:
"Ah, elas usam tipo um vestido vitoriano de retalhos, com um chapéu de chifres (...) porque eles se consideram criadores de gado, pra demonstrar a importancia do gado."

Depois de uma declaração dessa meus olhos brilharam e aquelas engrenagens do meu cérebro - tipo de relógio antigo - começaram a rodar loucamente.
Tenta adicionar essa mulher negra que surgiu na sua cabecinha aí, a essas condições:
- um misto de savana com cerrado, meio que uma paisagem de transição
- 80% do país tem AIDS (SIDA)
- Eles comem basicamente leite azedo com farinha todos os dias. Ocasionalmente rola uma carne.
-Mulheres no chão, homens nas cadeiras.
- as crianças, até a quarta série, estudam em Herero (língua deles) e, magicamente, apesar de só falarem isso o tempo todo na rua, quando se chega a 5a série as aulas são ministradas em INGLÊS. Ah, e as mulheres param lá pela 4a série mesmo.

Pronto. África e hakuna matata nunca mais, né? Você também colocou aqueles suricatos no fundo da sua paisagem de transição savana/cerrado? Bom garoto.

Bom, essa imagem me perseguiu até hoje quando eu resolvi procurar uma foto de alguma mulher Herero no google. Ah, não vou colocar aqui, vai procurar você, já te dei até a grafia certa da parada.

------

Outra coisa, que nesse dia me fez amar levemente esse professor - além do fato dele ser bonitinho - foi uma conversa que ele teve com o povo lá. Ele contou que estava com um herero e um Ovani, talvez mais uma pessoa, e um deles perguntou pra ele o que ele era.
Ele, sem hesitar disse 'brasileiro'. O cara explicou que ele era herero, o outro era ovani... então o que ele era? O professor começou a contar que a bisavó veio da Itália, o avó não sei da onde e etc e tal... fez uma árvore genealógica tão louca que os caras ficaram sem reação. E a conversa se encerrou. Ele descreveu um sentimento de não identidade que eu já sentira antes. Chorei milhões um dia que estava com amigos nos EUA e um deles, índio, perguntou o que eu era exatamente. Eu disse que era Brasileira. A minha amiga na mesa tentou me fazer entender dizendo que era americana, mas havia nascido na Coréia e tinha sido adotada. - logo, ela era coreana. Seguindo isso, a outra disse que era nascida nos EUA, mas sua mãe era inglesa, seu pai era meio Apache meio inglês- logo ela era Apache. O meu marido disse que seus avós eram alemães e irlandeses, e então ele era isso também. O índio defendeu a nação Navajo dele. Eu continuei dizendo a mesma coisa...sou brasileira.
- só brasileira?
Rapaz, achei isso tão diminuidor... mas ao mesmo tempo não me ofendi. Falei que meus avós eram portugueses, italianos e negros. Que boa parte da minha família parece com índio, mas nao tenho como provar que algum era de fato e que nós somos do norte do país...

- então, você é só brasileira mesmo?

Aí eu chorei... quase joguei o passaporte fora. O que diabos eu sou? Abraçar essa miscigenação louca no Brasil é muito complicado. Ao contrário dele, o professor, eu não simplesmente aceitei que o Brasil é um caldeirão de sopa de gentes. Eu queria encontrar uma identidade, sem querer ser separatista...

Meu cabelo é meio liso, meio enrolado (pra ficar mais fácil: o cabelo que nasce mais ou menos da sutura lambdóide pra baixo, contando com os da lateral, atras da orelha, na parte escamosa do osso temporal). Meus olhos são puxados, mas não japonês-puxados, são pequenos, bem pequenos; meu nariz é 'grego', segundo meu pai; minhas coxas e braços são grossos, mas eu não sou bunduda; sou peituda por ser gorda; e e minha pele é bege médio (segundo o boticário). Ah, também não tenho muitos pêlos corporais, apesar de muito cabelo na cabeça. O que sou eu?

The last topic

Acho que as coisas mudaram... tô mais tranquila agora.

e também não falo mais disso. :D

Terça-feira, Novembro 24, 2009

Desculpas

Se você acha que isso não lhe concerne... continue lendo mesmo assim. Isso aqui é um espaço para exposição da minha figura canina.

Eu gosto das coisas que me surpreendem tipo os Simpsons e o Arnaldo Antunes (é, de novo ele...). Nos Simpsons normalmente o epsódio começa com... sei lá, eles decidindo ir num parque de diversões pra comemorar o aniversário da Maggie, no meio do caminho a Marge quebra a perna na estrada, e o fim é o Bart e o Homer num SPA no Hawaii, sacou? Nunca vou ver um episódio dos Simpsons com uma trama regular: eles entrando no parque, a Marge quebrando a perna na rodagigante e no fim o Bart e Homer vão pro Hawaii porque processaram o parque e ganharam uma viagem. Não, não é assim.
A mesma coisa com o Arnaldo, eu começo ouvindo a música e tem aquele rifzinho bobo e um uá uá ordinário... tudo bem agudo. De repente, ele entra meio que no contratempo com aquela voz de robô supergrave (subwoofer, segundo o Francis). Ele, ao contrário dos Simpsons, provavelmente deve ter uma música musicalmente superprevisível, só que, pra provar a imprevisibilidade em algum ponto, quando você ouve a letra é linda.

Eu tanto gosto dessas coisas que na minha vida acontece assim. Tava chorando a minha vida acadêmica derramada e percebi que entrei num "relacionamento" achando, previsivelmente, que sairia ilesa. Afinal, sempre saio sem muitas marcas desde o meu marido. Nesse último tá rolando um esquema tipo Simpsons: ficamos, e até um momento muito crucial eu achava que - por ser mais velha e deveras (autoconfiante) interessante - fosse acabar com ele apaixonadinho e eu meio sem reação (!!). As coisas devem ter ficado assim em algum momento, mas já mudaram totalmente hoje. Mudaram tanto que eu acho que eu sou a apaixonadinha agora. Lembra que eu disse que tinha alguma coisa com aquele meu amigo que não daria certo? Pois é...
Agora ele é o interessante e eu a apaixonadinha, e rejeitada, diga-se de passagem. Foda-se (isso é assunto para outra lamúria).

Eu peço desculpas por ter subestimado a sua "interessância", e peço logo de antemão, desculpas por estar - provavelmente -a superestimando agora. Afinal, a tendência das coisas é continuar mudando...


Quinta-feira, Novembro 19, 2009

"From the moment I wake...

To the moment I sleep, I'll be there by your side..."

é a musiquinha do Coldplay mesmo.

é... Coldplay.

Cold... play.

Devia ser Glue alguma coisa, o nome dessa banda. Tudo que eles fazem gruda, e impregna, e atazana, e remoe... um inferninho. O engraçado é que mesmo assim eu não desgosto. Ontem um amilgo me disse que uma amilga dele o acorda todos os dias com essa música e ele não consegue mais tirar da cabeça. Aí acordei na casa dele e ele colocou pra tocar... agora não sai mais da minha.

Aconteceu tudo que não podia ter acontecido comigo essa semana. Foi meio punk. Meu trabalho tá indo de mal a pior e a minha cabeça tá girando com outros pensamentos nada a ver. Mas como eu vejo muita TV e, por causa de My Name Is Earl eu acredito em Carma.
Na feita que eu vi que não nasci pra essa vida acadêmica, que não sei escrever, que sou preguiçosa e lerda - eu arrumei um emprego na Universidade :P
Também fui a livraria comprar um livro e tirar uma foto do Marcelo Tas. Saí de lá com o livro do Tas (nem vi o que eu queria comprar), um autógrafo, um novo amigo (um japa que conheci na fila) e muito alcoolizada.
"Marcelo Tas, eu não sabia que era open bar!"
E ele riu de mim...
Meu ex-marido me ligou pra saber como eu ando, depois de 2 anos sem falar comigo. Me ligou duas vezes até. Na segunda eu disse que não quero que ele me ligue... eu não preciso sofrer isso.
Ok, eu não disse isso. Nem sequer fui grossa, só fiquei altamente suspirativa e fui correndo encher a cara e dar prum amigo. Que merda.
Esse amigo também é uma desgraça. Eu sei que ele não quer nada comigo, oque me faz não querer nada com ele. Mas... mas... alguma hora isso vai dar errado, tô até vendo... mas também não tô fazendo nada pra mudar. Preguiça... passividade. Tipoisso.

Meu serviço na Universidade é de secretária de um professor. Preciso de uma secretária também, pra organizar e resolver minha vida por mim. Alguém que cante "I'll be there by your side...Sing it loud and clear...I'll always be waiting for you. Yeah I'll always be waiting for you..."

Alguém que se despeça de mim às 19h30 e no outro dia tenha minha vida amorosa organizada em ordem alfabética, em fichários coloridos e separada da vida acadêmica. Alguém que pense no Arnaldo Antunes e no Coldplay e escreva essas asneiras pra mim, preu não me disvirtuar.

"So I look in your direction,
But you pay me no attention,
And you know how much I need you,
But you never even seen me."



ai, que confusão.

Segunda-feira, Novembro 16, 2009

A voz de robô

Eu tinha um amigo (acho que o tenho ainda) que sempre dizia que musica eletrônica era o que a máquina de lavar e a geladeira dele faziam lá na área de cozinha/serviço, “enlatados” e vendidos em disquinhos prateados. E eu, como boa adolescente, concordava... até encontrar coisas como “Primal Scream”, “Daft Punk”, “Moby” e outros... Alguns outros que não me ocorrem agora, mas que eu gosto muito, e que misturam o “eletrônico” industrialzão com o purista voz e violão que a gente tava acostumado, o drum & bassa e afins. Sem contar que pra mim, pessoa com suingue da melhor passista da maior escola de samba da Áustria, esse tipo de “tunts tunts” é ótimo pra se balançar.

Mas nem era exatamente disso que eu ia falar: eu ia contar que no meio (exatamente no meio) do meu projeto, eu coloquei o meu pequeno IPod no shuffle e ele foi parar no Arnaldo Antunes. E, como eu o “vi” essa semana que passou, e tenho essa tendência disléxica e ritalínica de me distrair com qualquer coisa, comecei a pensar no show – que foi horrível – e no tal que me “ensinou” a gostar do Arnaldo Antunes e, obviamente, na voz dele – o Arnaldo.

Coisas bizarras me atraem, fato. Só o Banana (a pessoa) não foi toda a influência. A voz do Arnaldo é sensacionalmente bizarra e, veja bem, ele sabe disso. A tal musica que me fez vir até aqui pra escrever começa bem assim:

“Saiba tudo mundo foi neném...”

O Wall-E falando “neném” é mais humano que o Arnaldo, mas isso não deixa a musica nada ruim. Por sinal, a musica é quase uma musica de ninar... é infantil como as do Rá-Tim-Bum que ele também cantava/fazia e, eu, como criança, gostava e achava que gostava porque parecia que saía de uma boneca, ou caixinha de musica. Musica industrial de novo.

Entende?

Nao?

Nao era pra você entender mesmo, era só pr’eu me distrair... como sempre.

O pulso ainda pulsa, mas Elizabeth está no Chuí e eu...aqui.

P.s. o Show foi ruim porque ele tocou 3 ou 4 músicas e a gente esperou - muito bem acompanhados do “Spleen" e do Luiz Melodia – por umas 4 horas por (só) isso.

Breve. Ontem.
Foi breve a passada dele por aqui e foi breve o calor que senti. Como sempre achei que não daria certo, ignorei que aquilo significava algo. Moro longe, vir até aqui significa algo. Me desculpa, mas não gosto de você. Me desculpa, mas você não significa nada pra mim. Me desculpa por ter te beijado, por ter te acolhido, por ter deixado você me acolher.
Sinto muito pouco mesmo por ter te usado, mas ainda sinto alguma coisa.
Eu amo duas, três, quatro outras pessoas, mas não você. Quero o que disse que não teria mais e não você. Me desculpe.

O quê? Não vai desculpar? Então vai tomar no cu.